Jesus curou todos que pediam, mas nem todos com quem Ele se encontrava. Ele tinha a surpreendente e rara capacidade de deixar que as pessoas escolhessem sua própria dor. Ele expôs Judas, mas não tentou evitar que ele fizesse seu mau intento; denunciou os fariseus sem tentar coagi-los a aceitar Seu ponto de vista; respondeu a pergunta de um homem rico sem meias-palavras, deixando-o ir embora. Marcos acrescentou de modo marcante este comentário sobre o moço rico que rejeitou o conselho de Jesus: “Jesus, olhando para ele, o amou.” (Mc 10.21)
Em suma, Jesus demonstrou um incrível respeito pela liberdade humana. Não tinha compulsão a converter o mundo todo durante Sua vida sobre a Terra, nem curar pessoas que não estavam prontas a ser curadas. Nós que estamos no ministério precisamos da espécie de “Complexo de Messias” demonstrada por Jesus.
Philip Yancey














Fantástico, adoro o Yancey, ele fala sem tentar dogmatizar, mas ver um ponto do Cristo que geralmente, cegos pela doutrinações da fé, não costumamos a ver.
Eu li um livro fantástico dele, Igreja, porque se importar? Muito bom e recomendado.
Paz e bem