• A Igreja dos meus sonhos

    A igreja dos meus sonhos é formada por pessoas totalmente conscientes do tanto que pecam, o que as torna humildes e sinceras no trato consigo mesmas e com o próximo.

  • Nós contra eles?

    A Igreja deve representar para os outros, um Corpo que está disposto a aceitar, em vez de condenar, que atrai para um relacionamento, que é por eles, e não contra eles.

  • Jesus assumiu o risco de ser esquecido!

    Sem a ressureição seria uma tragédia Jesus morrer tão jovem depois de alguns poucos anos de ministério.

  • Eu duvido desse "Deus"!

    Não tenho dúvida da existência de Deus. Mas duvido dos discursos atuais acerca de Sua existência.

  • Um Jesus inconveniente

    Quando ignoramos o sofrimento de algum dos nossos, estamos na verdade, acrescentando-lhe mais dor, estamos, sobretudo, os abandonando por medo de sermos inconvenientes.

Quando tudo começou a caminhar para o inferno...

29 de dezembro de 2009
Os estudiosos e sociólogos dizem que hoje nós vivemos num período de experiência pós-moderna. De fato, convivemos com tecnologia avançada, globalização, comodismo (em todos os aspectos), e por aí se faz uma grande lista que, talvez amanhã já deva ser atualizada.
Mas se pararmos pra pensar, como vivemos, pensamos e agimos hoje é, nada mais, nada menos, do que um seqüela da maluquice cultural e histórica que explodiu em nosso país, especialmente nas décadas de 60 e 70.
Vou explicar...
Nos anos 40, em torno de 70 % dos brasileiros moravam na área rural, não havia sequer uma indústria de automóvel e as residências ainda não tinham televisão. A família brasileira era extremamente tradicional e conservadora. O desquite era motivo de preconceitos e vergonha. O racismo não era motivo de debates, porque o negro brasileiro não desenvolvia movimentos sociais. A estrutura social era marcada pelo coronelismo.
Nos anos 50, a liberdade começou a ser idealizada, pelo menos politicamente falando. A população deixava os campos e migrava para as grandes cidades e nelas se desenvolvia as artes, o turismo, a indústria naval e o petróleo. Quanto à família, ela ainda continuava tradicional e o seu padrão comportamental era ter filhos.
Já os anos 60, foram anos de muita agitação, de liberdade, da descoberta da pílula anticoncepcional. Anos do movimento hippie.
Embora a década de 60 ter sido para o Brasil, anos de ditadura e de censura, por conta do golpe militar, houve certa movimentação cultural e musical com a Jovem Guarda, a MPB e o Tropicalismo.
E, por fim, falando da década de 70, anos estes em que as músicas exaltavam o país, tais como “este é um país que vai pra frente e ninguém segura a juventude do Brasil”. O futebol esteve também em pauta contribuindo para a alienação do povo (não sou contra o futebol, mas naquela época o esporte serviu de escape para as grandes transformações e crises enfrentadas pelo país). Depois das torturas, dos exílios, de tantas prisões, e censura os anos 70 também vivenciaram o fim do Regime Militar e o ressurgimento dos movimentos sociais. Foi também nessa época em que se instalou o caos familiar e os crescentes índices de divórcio. A descoberta sexual na adolescência significou o amor livre no fim dos anos 70, o herpes em 1980 e a AIDS em 1990.
Mas pra quê tantas informações históricas? Agora sim, vou dizer onde quero chegar.
Se a Igreja está alcançando pessoas comuns com menos de 40 anos, então é muito provável que: uma em cada três mulheres tenha feito um aborto. Uma ou até duas em cada seis podem ter sido abusadas sexualmente. Mais de seis dentre dez pessoas pensam que viver junto, em vez de casar, é uma maneira inteligente de evitar o divórcio, e cinco dentre essas dez pessoas já viveram com alguém. A maior parte é sexualmente ativa. E a grande maioria dos homens deve lutar contra a pornografia ou problemas sérios em relação à luxúria. Uma em cada cinco a dez pessoas luta contra o uso excessivo de drogas ou álcool. E pelo menos uma, e até duas, em cada cinco talvez fume.
Resumindo: se a Igreja pretende trabalhar com a nova geração, então ela precisa criar uma cultura onde pessoas totalmente desajustadas sejam bem-vindas! Isso é um fato!
Todas essas mudanças históricas e, principalmente de comportamento criaram uma CULTURA DE SOLIDÃO, onde as pessoas estão totalmente CARENTES DE RELACIONAMENTOS GENUÍNOS.
As pessoas almejam hoje, como nunca antes almejaram estar em família, pois ela representa o autêntico apoio relacional para qualquer ser humano.
E o desafio para a Igreja do século XXI é exatamente esse: deixar de ser uma “igreja para visitantes” e passar a funcionar como uma família, um corpo bem ajustado, assim como ordena a Bíblia. Estratégias como boa música, teatro, cafezinhos são importantes sim, e até atraem muitas pessoas, mas tem pouca relação com o culto em si, pois mantê-las em unidade e levá-las até Cristo são responsabilidades que Deus deu a nós.
Não há desafio e oportunidade maiores para a Igreja do que lidar com os esmagadores sofrimentos emocionais que conduzem nossa geração.
É responsabilidade nossa criar uma nova cultura do tipo “venha como você está”. As pessoas não resistem à verdade; elas resistem à arrogância! Por isso devemos ser sábios e muito amorosos ao representar o Corpo de Cristo no mundo.

Kênia Siqueira
(Parte do texto foi extraído do Livro “Proibida Entrada de Pessoas Perfeitas” de John Burke)

Vídeo da vez...

17 de dezembro de 2009



Manifestações ABSURDAS - David Wilkerson (legendado)


Vídeo do pregador David Wilkerson, que relata claramente, não só a nossa revolta pelo circo em que a Igreja se tornou, mas também a nossa tristeza e dor por ainda presenciar em nossos dias tantas manifestações absurdas por causa da grande irrelevância com a qual o Evangelho tem sido levado. Uma verdadeira falta de respeito e zelo! Não existe nenhuma conscientização, nem sequer uma vaga lembrança do árduo trabalho que tiveram Paulo, Lutero, Calvino e tantos outros, para que hoje pudéssemos desfrutar da Palavra do Senhor em total liberdade. Mas o que dizer então? Nada! Pois o próprio sacrifício de Cristo na cruz tem sido esquecido pelos novos ventos de doutrinas...

Quando a Igreja se torna um circo!

“No início, a igreja era um grupo de homens centrados no Cristo vivo.
Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia.
Depois, chegou a Roma e tornou-se uma instituição.
Em seguida, à Europa e tornou-se uma cultura.
Então, chegou à América e tornou-se um negócio.
Finalmente, chegou ao Brasil e tornou-se um circo !
Com tanto malabarismo teológico, palhaçadas, milagres tirados da cartola, só poderia dar nisso...”

CARLOS MATTIOLI, PASTOR
Via

Estamos todos juntos nisso...

15 de dezembro de 2009
Não é difícil perceber que há um grande desequilíbrio e que as coisas não estão bem...
E isso tem afetado os lares porque, se parar pra pensar, nesse exato momento, tem uma geração que se diverte assistindo a reality shows na TV, que para ser honesta, de real não tem nada! Enquanto isso, uma criança está sendo prostituída a portas fechadas... Tendo sua inocência roubada.
Não é justo que nós possamos consumir qualquer oferta material a nossa frente, enquanto o órfão e a viúva são excluídos de qualquer dignidade de vida!
Porque eles são vítimas de um conflito que simplesmente não é deles!
Não é justo que uma geração esteja aumentando o seu quadro de obesidade, enquanto que diariamente 30 mil pessoas morrem por falta do que comer!
Não é justo que não vejamos problemas em pagar por uma água de torneira filtrada em uma garrafa com rótulo bacana, enquanto existem comunidades inteiras que sofrem com doenças porque a única água que eles têm acesso é parada e poluída!
Não é justo que podemos cantar, pular e dançar em liberdade ao mesmo tempo em que os escravos permanecem cativos fora de nossas vistas, fora dos nossos pensamentos!
Não é justo que possamos sentar e assistir o noticiário da noite no conforto de nossas salas, e sentir pena daqueles que sofreram por causa de uma tempestade, um terremoto ou uma enchente. E então mudamos de canal para assistir alguma novela...
É justo passarmos por um sem-teto e não lhe darmos nada com a desculpa que ele irá gastar tudo com bebidas ou cigarros, ou mandá-lo levantar e arrumar um emprego.
Quem somos nós para julgar o alcoólatra ou a prostituta? O viciado ou o criminoso, como se fôssemos melhores do que eles? Quem somos nós para esquecer o injustiçado, o oprimido ou o marginalizado? Enquanto corremos atrás dos nossos próprios sonhos?
Nós vemos esse desequilíbrio e pensamos: “Cara, isso não tá certo! Isso não é justo!”
Mas permanecemos alheios a tudo isso. Porque para nós, fazer alguma coisa nos trará algum custo. E se é assim que tudo termina, então talvez seja justo afirmar que quando ignoramos a prostituição infantil, estamos na verdade emprestando a nossa mão para seu abuso. Quando ignoramos o órfão ou a viúva em seus sofrimentos, na verdade estamos acrescentando-lhes dores!
Quando ignoramos o escravo que permanece cativo, somos nós que o estamos escravizando! Quando nós nos esquecemos do refugiado, somos nós que o desabrigamos! Quando decidimos não ajudar o pobre e o necessitado, estamos roubando-lhes!
Talvez a única coisa justa a dizer é que, quando esquecemos o que os mandamentos dizem sobre isso, ESTAMOS ABANDONANDO OS NOSSOS!

Extraído do Documentário “A Revolução do Coração”
Hillsong United

Wellcome...

11 de dezembro de 2009
Olá, sou Kênia Siqueira, uma jovem estudante de música que gosta muito de ler e de se comunicar. Atendendo à pedidos de vários amigos, dentre eles, os do twitter, criei este blog curioso, com o intenção de externar minhas idéias e opiniões sobre a postura cristã na rápida e constante devassidão da moral em pleno século XXI! 
Pretendo ter postagens semanais... se der tempo, é claro!
Que DEUS abençoe e edifique a todos que passarem por aqui!
"Adoração é viver de joelhos frente a Deus e de pé frente aos ídolos do mundo."

Kênia Siqueira